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Carta aberta aos empregadores sobre o Dia Mundial da Saúde Mental

8 outubro 2017 / Experiência dos funcionários

O dia 10 de outubro é o Dia Mundial da Saúde Mental e este é um evento importante para os líderes de empresas.

Oitenta por cento (80%) dos trabalhadores se sentem tensos no trabalho. E somente nos EUA, o custo total relacionado à perda de produtividade chega a USD 300 bilhões, de acordo com o The American Institute of Stress.

Para aumentar a conscientização sobre a saúde mental nesse dia (e depois), o Dr. David Batman – membro do Comitê Consultor Cientifico do Instituto Virgin Pulse, além de médico especializado em saúde ocupacional com especialização em saúde mental – redigiu uma carta aberta aos empregadores …

“Trabalho como especialista em medicina ocupacional há 30 anos e também trabalho com o Comitê Consultor Cientifico da Virgin Pulse.

Em minhas consultas com funcionários e colegas, eu nunca tinha visto um nível tão consistente e profundo de estresse e preocupação com as mudanças econômicas e políticas, e com o potencial de impacto no futuro.

Há uma sensação de que o mundo ao nosso redor está mudando rapidamente e os trabalhos e sistemas que pensávamos que nos sustentariam não funcionam mais como nos disseram que funcionariam.

O sentimento de incerteza e perda do controle é uma causa universal de estresse no trabalho. Quando se sentem impotentes, as pessoas também ficam suscetíveis aos sentimentos de incapacidade e desesperança que acompanham a ansiedade e a depressão.

Como empregadores, é importante comunicarmos o que pudermos. Isso reduzirá o número e o alcance das coisas que são incertas. Concentrar-se no que é conhecido reduz o estresse, mesmo se você não puder remover totalmente as incertezas.

Desenvolver a resiliência nas pessoas pode parecer uma opção óbvia e está cada vez mais se tornando um aspecto importante para os empregadores que acreditam que fortalecer as suas forças de trabalho seja a resposta para enfrentar as mudanças. No entanto, a pesquisa “What is a Good Day at Work, realizada no Reino Unido, mostrou que preocupantes 27% das pessoas dizem que o trabalho as faz se sentirem deprimidas, e 10% das pessoas não têm sequer um dia bom no trabalho por semana. Essas estatísticas deixam claro que simplesmente fazer com que as pessoas sejam mais resilientes é uma abordagem pouco abrangente. 

Criar uma cultura positiva de bem-estar que incorpore tanto a saúde física quanto mental pode funcionar como uma âncora nesses períodos de mudanças contínuas e incertas. Quando os funcionários se sentem apoiados e compreendidos, e o bem-estar no trabalho é considerado uma prioridade, eles se tornam cada vez mais resilientes e adaptáveis. Isso permitirá que eles se desenvolvam, apesar das incertezas, e reajam mais positivamente às mudanças. E certamente, esse é o desejo de todos os empregadores – uma força de trabalho que tenha energia e motivação para aprender novas habilidades, aceitar novas ideias e desafios e continuar dando resultados para a empresa, apesar das mudanças.”

Para obter um plano de ação completo contra o estresse, baixe o nosso artigo, Estresse: identifique e combata a ameaça oculta no local de trabalho.

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