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O custo do presenteísmo – e como resolver esse problema

14 dezembro 2018 / Bem-estar corporativo

A saúde insatisfatória consome $576 bilhões de dólares americanos por ano somente na economia dos EUA, de acordo com dados do Integrated Benefits Institute. Cerca de 39% corresponde à perda de produtividade devido a faltas e ao presenteísmo – definido como “estar presente no trabalho, mas limitado em alguns aspectos do desempenho devido a um problema de saúde.”

Não costumamos ouvir muito sobre o presenteísmo. Seu impacto é mais difícil de quantificar do que as faltas devido a doenças. Mas, na verdade, o custo do presenteísmo é maior no resultado final das empresas, de acordo com a Dra. Olivia Sackett, cientista de dados da Virgin Pulse.

Quando ela analisou grandes volumes de dados, os resultados foram impressionantes: “Nossos dados mostram que os funcionários faltaram, em média, cerca de quatro dias por motivo de doença por ano,” ela disse. “Mas quando eles relataram o número de dias que realmente perderam no trabalho, esse número subiu vertiginosamente para 57,5 dias por ano  – por funcionário.”

Esse número corresponde a quase 12 semanas de trabalho  – ou um quarto de um ano inteiro – que as empresas pagam para funcionários que estão presentes em corpo, mas não em mente.

O Dr. David Batman, membro do comitê consultivo científico do Virgin Pulse Institute, é médico atuante há mais de 40 anos. Ele também é especialista registrado em medicina ocupacional com conhecimento especializado na área de saúde psicológica no trabalho.

Ele diz que o presenteísmo é fácil de identificar se você souber reconhecer os sinais. “Eu prego uma simples mensagem: preste atenção se você perceber que alguma coisa mudou”, ele aconselha. “Quero que os gerentes reconheçam que se alguma coisa tiver mudado, no trabalho ou em casa, a mudança pode causar algum problema.

A boa notícia é que esse problema pode ser resolvido. Os dados mostram que, em média, os funcionários recuperaram o equivalente a 10 dias de “tempo perdido”. Como? Com o apoio dos empregadores que priorizaram uma cultura de promoção da saúde e da felicidade no local de trabalho.

Saiba como você pode obter resultados como esses baixando nosso artigo “Presença sem produtividade.”

[1] Paul Hemp. Presenteeism: At Work But Out of It. Harvard Business Review; 2004.
[2] Virgin Pulse Global Challenge data. Baseado nas respostas de 1.872 participantes que responderam à pesquisa cientificamente validada, em comparação ao questionário de desempenho no trabalho da Organização Mundial da Saúde (WHO-HPQ). 2015.

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